quarta-feira, 19 de março de 2008

Tudo é permitido?

Tudo é permitido?
- by Shaul

Shalom chaverim (amigos),
Continuando o nosso trabalho de pesquisa, o achi (irmão) Walter me questionou
sobre 1 Co. 6:12 e 10:23 (que são muitos semelhantes). O texto grego
dá uma idéia esquisita, de que todas as coisas são permitidas, o que
nos leva a pensar se é permitido matar, por exemplo.

Bom, resolvi checar o aramaico, e eis que encontrei em 1 Co 6:12:

"Kul shaliyt li ala lo kul pakakh li kul shaliyt li ala elai anash lo
neshtalat"


Eis que encontramos uma poesia semita! (Repare na repetição de
palavras). Normalmente, a tradução de tal estrutura não é fácil, e
pode gerar confusão. Outra confusão está na tradução do
termo 'shaliyt', que não significa apenas 'permitido', mas sim tem um
sentido legal. Isto, é, 'permitido pela lei'. Uma tradução desta
poesia semita seria:

"Nem tudo o que a Torá permite é conveniente; Nem tudo o que a Torá
permite é para que tenha domínio sobre o homem." (1 Co. 6:12 - do
aramaico)


Isto faz muito sentido, se pensarmos naquilo que Yeshua ensinava
quando dizia "Ouvistes... eu vos digo ainda..." . Muitas vezes, a
permissão na Bíblia é uma 'concessão' de Elohim, ou é um primeiro
passo, o que não quer dizer que seja o ideal!

No grego, não só perdemos este maravilhoso paralelo com os
ensinamentos de Yeshua, como ainda ficamos com a impressão de que
podemos fazer de tudo.

Isto também casa com o que Yeshua disse: "Pois eu vos digo que, se a
vossa justiça não exceder a dos professores da Torá e p'rushim (fariseus), de
modo nenhum entrareis no reino dos céus." (Mt. 5:20)

Elohim não "liberou geral", muito pelo contrário, a nós a quem mais foi
confiado (a revelação de Yeshua), mais será exigido!

Mais uma pérola que encontramos no aramaico! Baruch HaShem! (Bendito
seja o Eterno)

Pérolas do Aramaico - Fonte de Agua

Fonte da Água Viva

Shalom achim (irmãos),
Em minha incessante busca pelas diferenças entre o texto grego e o original aramaico, encontrei mais uma pérola lindíssima, que estava totalmente perdida no grego.

No texto de 1 Yokhanan (João) 2:23, encontramos no grego:
"Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; aquele que confessa o Filho, tem também o Pai." (1 Yochanan / João 2:23 - Textus Receptus)

O texto aramaico é um pouco diferente:
"Aquele que nega o Filho, não confia no Pai. Aquele que confessa o Filho, confessa também o Pai." (1 Yokhanan / João 2:23 - Peshitta)

Deixo para os teólogos de plantão comentarem a diferença semântica, se é que há alguma. Mas o mais interessante não está nesta pequena variação, mas sim na palavra "Filho".Aqui, para 'Filho', Yokhanan (João) não usa o tradicional 'Bar' (rb), mas sim 'Babra' (), que também significa 'Filho'.

Porém, 'Babra' se escreve Bit-Bit-Resh-Alap, exatamente a mesma grafia da palavra 'B'bira', que quer dizer "poço" ou "fonte de água", pois o aramaico, assim como o hebraico, é normalmente escrito sem as vogais.

Sabendo que os textos de Yokhanan são muito ricos em seu nível SOD (vide artigo sobre como interpretar as Escrituras como um judeu), creio que esta escolha não é por acaso.

Aqui, Yokhanan faz uma referência envolvendo tanto o Pai quanto o Filho. Compare o 'trocadilho' de Yokhanan com os textos de Jer. 17:13 e Jo. 4:14:

"Os que se apartam de ti serão inscritos no pó; porque abandonam ADONAI, a fonte das águas vivas." (Jer. 17:13)

E ainda:
"mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna." (Yokhanan / João 4:14)

Vemos dois versículos, um chamando o Eterno de fonte de água viva, e o outro chamando a Yeshua de fonte de água viva.

Ou seja, juntando estas duas referências, podemos enfim entender o que Yokhanan está demonstrando:

"O Filho e o Pai são a mesma pessoa, isto é, ADONAI (ref. a Jer. 17 e Jo. 4).

E somente confessando o Mashiach, teremos a fonte de água viva, isto é, a vida eterna"Este paralelo que nos leva ao nível SOD do versículo é totalmente perdido na tradução grega.

Baruch HaShem (Bendito Seja o Nome) que Ele nos oferece mais esta maravilha!

Desmistificando a Cabalá - fonte: Internet

O que é Cabalá?

Qual é a diferença entre Cabalá e o mercado de capitais?

Um é uma dimensão misteriosa, fora deste mundo, e o outro é uma disciplina simples, dinâmica e muito abusada.

Cabalá é uma palavra hebraica que significa "recepção". É o misticismo judaico; que Moshê recebeu de Elohim, os alunos de Moshê receberam dele, e assim sucessivamente no decorrer dos séculos. A Cabalá é a interpretação espiritual de toda a Torá, a compreensão do funcionamento interior das coisas, do mundo, de D’us, da alma, da Torá, e a vasta coleção de sabedoria oral e impressa que abrange e registra aquele conhecimento.

Não há um "Livro da Cabalá", mas há livros judaicos de Cabalá e sobre Cabalá. O mais conhecido é o Zohar, escrito por Rabi Shimon Bar-Yochai de Israel no século II e.c. É uma compilação de entendimentos cabalistas sobre a Torá. Nos séculos seguintes, dezenas e dezenas de livros foram escritos pelos alunos de Rabi Shimon, pelos alunos dos alunos, e assim por diante, até hoje. Um verdadeiro estudante da Cabalá é chamado um mekubal, que significa "recipiente" – alguém que recebeu os ensinamentos da Cabalá de seu mestre mekubal, voltando até Rabi Shimon e mais além.

Por que há tantas pessoas estudando Cabalá hoje? Posso estudar Cabalá também?

Mufasa, ou Frank?

Por que Disney escolheu dar o nome de Mufasa ao pai morto do Rei Leão, e não Frank – porque Mufasa significa alguma coisa em algum obscuro dialeto africano? Talvez, mas aqui está o verdadeiro motivo: porque é exótico, misterioso, místico e mágico, assim como o filme em si. Não somente o nome Frank não tem nada a ver, como convenhamos, Frank é sem graça. Parece um peixe morto. Mas entoe MU-FA-SA lentamente, e sua imaginação o leva até a África, carregado nas asas do mistério e da aventura. Eis por que "Cabalá" atrai as pessoas: palavras exóticas, misteriosas e fora do comum sugerem coisas exóticas, misteriosas e fora do comum. Pense sobre isso – o que atrairia mais o seu interesse: "espiritualidade" ou "Cabalá"? Deixe-me lhe dar uma pista: não é espiritualidade.

O Fim está Perto!

Um motivo mais sério é simplesmente que o mundo está passando por uma revolução espiritual um tanto sem sentido. As pessoas nunca tiveram mais conforto na história, mas na verdade desejam dar um fim nisso tudo. As pessoas desejam uma autêntica experiência espiritual, e então se voltam para Deepak Chopra, feng shui, meditação, e mais – tudo que pareça ser uma fonte de auto-aperfeiçoamento, profundidade e espiritualidade. São os anos 60 se repetindo, mas de maneira antisséptica, profissional e via Web. A Cabalá se ajusta bem, mas somente se você souber onde procurar, evitando…

Óleo de Cobra!

A verdadeira Cabalá tem sido muito confundida – ocasionando entidades como: proliferação de livros sobre o assunto; cursos e "Centros" alegando ensinar "Cabalá" e; o crescente número de celebridades que estudam aquilo que erradamente pensam ser o misticismo judaico (geralmente nos mesmos "Centros"). Evite tudo isso.

Como se pode separar o fato da ficção?

Para os principiantes, evite aqueles livros. Uma seleção de livros sobre Cabalá da Editora Barnes e Noble parece a Cirurgia de Ponte de Safena para Leigos: ficção, escrita por um não-médico sobre não-Medicina. Cursos e "Centros" são a mesma coisa: como a Cabalá é baseada na Torá, você não pode estudar nem avaliar a Cabalá sem uma observância básica de Torá, assim como não pode andar pela rua e entrar num "Centro de Ponte de Safena" se não estudou e praticou Medicina durante vários anos.

O verdadeiro misticismo judaico é inteiramente baseado na Torá, o guia prático do Judaísmo, e o estilo de vida ali prescrito, e não em "atrair luzes para baixo".

Contrário à opinião pública; a Cabalá não é magia: não envolve rituais estranhos ou eventos sobrenaturais. Também não tem nada a ver com psicologia pop. E certamente não lhe dará poderes psíquicos. Portanto, se você deseja se tornar cabalista, pergunte-se: "Por quê?" É porque você gosta daquele lado mágico e místico? Se for esse o caso, lembre-se que a Cabalá não é sobre efeitos especiais, e simplesmente se apega à verdadeira Torá. Mas se você ainda deseja estudar Cabalá, faça uma visita eletrônica a inner.org ou KabbalaOnline.org.

É proibido estudar os livros cabalistas do Zôhar?


Não é proibido estudar o Zôhar, mas como é um estudo altamente complicado, e exige muitos pré-requisitos, é preferível estudá-lo com um professor de confiança.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

O que é Aramaico?

Existe três formas para o alfabeto em Aramaico. O mais antigo é o que chamamos de escrita Estrangela, que era escrito de uma forma mais quadrada, comparada com a de hoje. E nesta forma os sinais vocálicos não eram inseridos.



Lishana dMaran = Língua do Nosso S-nhor







A segunda forma é a mais usada pelos Assírios de Beit Nahrin (Mesopotâmia), Persia e na Asia Menor. e esta forma de escrita é chamada de escrita Nestoriana "Assíria" ou "Caldéia" (Aramaico Oriental).





Lishana dMaran = Língua do Nosso S-nhor




A terceira forma, que é essencialmente usada pelos Cristãos Ortodoxos e pelos Assírios-Suryoye de Tur-Abdin na Turkia, Síria, Libano e na Palestina. esta é chamada de Maronita ou de escrita Jacobita (Aramaico Ocidental).



Lishana dMaran = Língua do Nosso S-nhor









O interessante é que podemos ver na Bíblia Grega do Novo Testamento, em algumas locuções, frases e palavras que foram mantidas na sua pronúncia original (no Aramaico Oriental) indicando assim que Yeshua/Yisho' ( Jesus) falava no dialeto do aramaico oriental, para ser mais preciso o dialeto que o S-nhor Yeshua falou era o Aramait G'lilaya (Aramaico Galileu - hoje extinto). E também existe indicações onde é sabido que o dialeto oriental seria o primeiro a ser falado, e depois dando origem ao dialeto ocidental e aos outros sub-dialetos contidos na língua aramaica.

A Origem Histórica do Aramaico antigo
Aramaico é uma língua Semita com 3000 anos de história. Foi a língua da administração de impérios e a língua da divina adoração. É a língua original de grandes versões da Bíblia de Daniel e Ezra, e inclusive o Novo Testamento no Original (conhecido como Peshitta Aramaica/Síriaca); e é a principal língua do Talmud. e o Aramaico foi a língua falada por Yeshua (Yisho' no aramaico) (Jesus) e ainda hoje é a primeira língua oficial falada em muitas pequenas comunidades ou pelos cristaos do oriente. O aramaico pertence a família das línguas Afro asiáticas, com essas diversas famílias ela pertence ‘a subfamília Semita’. O Aramaico é uma parte do grupo de línguas do Noroeste semita onde também se inclui a língua Canaanita (Hebraico incluso).Falada em : Armênia, Arzenbaijão, Iran, Israel, Geórgia, Líbano, Palestina, Rússia, Síria e Turquia através do meio leste da Ásia central e também na Europa, América do Norte, e Austrália. O Total de Fluentes na língua é de 445,000.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRAFICA
Durante o século 12 e.c.“Arameus”, os nativos que falavam/falam o aramaico, começaram a migrar em grande números para Síria, Iraque, e para o leste (Turquia). Conforme a lingua crescia em importância, ela começou a ser falada através do mediterrâneo, na área da costa de Tigris. Os judeus levaram a língua com eles para o norte da África e Europa e os antigos cristãos trouxeram o aramaico para a Pérsia, India e até mesmo na China. Do século 17 para frente foi nomeada a língua franca do meio leste pelos hebreus, assim o aramaico se tornou uma língua literária e litúrgica entre os judeus Mandeus, Caldeus e alguns Cristãos e ainda é falada por uma pequena e isolada comunidade ao redor dessas áreas originais de influência.A turbulência dos últimos 2 séculos viu os falantes de aramaico e sua literatura serem dispersos pelo mundo, por causa da perseguisação islamica naquela região, onde foram mortos milhares de pessoas.

ARAMAICO LINGUA E DIALETO
O aramaico é um grupo de línguas relacionadas, mais que uma simples língua monolítica.A longa história do aramaico é a extensão literária e o uso em diferentes comunidades religiosas, são todos fatores de diversificação da língua. Alguns dialetos aramaicos são ao mesmo tempo inteligíveis enquanto outras não são. Algumas línguas do aramaico são conhecidas por diferentes nomes por exemplo:
SIRIACO (Suroyoyo) em particular usado para descrever o aramaico do leste das comunidades cristãs. A maioria dos dialetos podem ser descritos tanto no leste como no oeste, a linha que os divide é tênue ou pouco mais no oeste.É também de grande ajuda traçar uma distinção entre esses aramaicos modernos (chamado de neo-aramaico) daqueles que ainda estão em uso como língua literal e daqueles que foram extintos e são apenas de interesse dos eruditos. Embora haja algumas exceções para essa regra, essa classificação da aos modernos , central e velho período dos dois lados, leste e oeste, ‘a distinção entre várias línguas e dialetos dentro do aramaico’. O alfabeto aramaico mais antigo foi baseado na escrita fonética. Com o passar do tempo o aramaico teve suas distinções em um estilo mais “quadrado”. As anciões israelitas e outras pessoas de Canaã adotaram esse alfabeto para escrever suas próprias línguas. Assim, hoje o alfabeto Hebraico é mais conhecido. Esse é o sistema da escrita usado da bíblia aramaica e outras escritas Judias em aramaico.A maior modificação do alfabeto aramaico, é o alfabeto Mandaico, que é usado pelos Mandeus. E adicionado a esse sistema de escrita derivados do alfabeto aramaico foi usado nos tempos antigos por grupos particulares. Nabatenos e Pietra, por exemplo ou Palmyreneanos em Palmyra. Em tempos modernos Turoyo foi algumas vezes escrito em um alfabeto latim adaptado.

HISTORIA
Aqui segue uma história compreensiva do aramaico. A história é dividida em 3 largos períodos*:
VELHO ARAMAICO (1100 a.e.c – 200 e.c) , incluindo:
Aramaico bíblico da bíblia hebraica
O aramaico de Yeshua
O aramaico do Targum

ARAMAICO CENTRAL (200-1200 e.c), incluindo:
Literatura Síriaca
O aramaico do Talmud e Misdrashim

ARAMAICO MODERNO
Variado, moderno coloquial

*essa classificação é baseada naquela usada por Klaus Beyer

VELHO ARAMAICO
O velho aramaico cobre mais de 13 seculos de língua. Esse vasto tempo de extensão é escolhido conforme todos os aramaicos que agora é efetivamente extinto. O principal ponto de mudança do velho aramaico está por volta de 500 anos dC quando o velho aramaico (a língua dos arameus - Lishana dAramaya) se mudou para o aramaico imperial (a língua dos impérios poderosos - Babilonios, Persas, Assírios...) os muitos dialetos falados do velho aramaico vem por proveniência quando o grego toma lugar do aramaico como a língua do poder na região, apesar da população em si não adotar o grego como lingua falada entre eles.ARAMAICO ANTIGOAramaico antigo se refere ao aramaico dos Arameus desde sua origem até que se torna a língua franca oficial do FERTILE CRESCENA. É a língua da cidade –estado de damasco, HAMATH e ARPAD.

VELHO E ANTIGO ARAMAICO
Há algumas extensivas inscrições que evidenciam o antigo uso da língua datado desde o século 10 aC. Essas inscrições são em sua maioria documentos diplomáticos entre a cidade de Arameus. A ortografia do aramaico nesse período antigo parece ser baseado na fonética e há uma unidade de língua escrita. Isso quer dizer que logo, a mais refinada ortografia servida ‘as necessidades da língua, começa a se desenvolver desde a região leste de Aram. Estranhamente o dominio do império de Assírios, de Tiglath – Pileser III sobre Abraão no meio do século 18, conduz ao estabelecimento do aramaico como uma língua franca.PÓS ARAMAICO ANTIGODe 700 aC a língua começou a se propagar mas perdeu muita da sua homogenidade. Diferentes dialetos começaram a surgir na Mesopotâmia, Levant e Egito. Contudo o AKADIANOS influenciou o aramaico da Assíria e então a Babilônia começou a ficar para traz como descrito em 2 reis 2:26, Ezequiel, rei de Judah negocia com Assírio em aramaico para que as pessoas comuns não pudessem entender. Em torno de 600 aC Adon, um rei Cananita usa o aramaico para escrever para um faraó egípcio (vale lembrar que o Aramaico antigo existia no egito antigo).Aramaico dos Caldeus usado para ser um termo comum para o aramaico das dinastia dos Caldeus da Babilônia. Ele foi usado para descrever o aramaico da Bíblia (Daniel e Ester) que foi escrito em um estilo antigo. Não confundir a língua moderna Caldeia com neo-aramaico.

ARAMAICO IMPERIAL
Por volta de 500 aC , Darius I fez do aramaico a língua oficial da metade do oeste do império Persa de Arquimedes. Os burocratas na babilônia já estavam usando o dialeto local do leste aramaico em muito de seus trabalhos, mas os Editos colocaram o aramaico nas firmas e fundações unidas.O novo aramaico imperial era altamente estandardizado, essa ortografia foi baseada mais nas raízes históricas que qualquer outro dialeto e a inevitável influencia dos persas deu a língua uma nova clareza e flexibilidade robustas. O aramaico Imperial era as vezes chamado de Aramaico Oficial ou Aramaico Bíblico, por séculos. Depois da queda do império de Arquimedes (em 331aC), o aramaico imperial prescrito por Darius ou perto o suficiente de ser reconhecido, volta a ser a língua dominante da região.O aramaico de Arquimedes é usado para descrever o aramaico imperial. Esse período de aramaico é geralmente datado da proclamação de Darius (500 aC) a cerca do 1 século depois da queda do império de Arquimedes em 331 aC.Muitos dos documentos existentes testemunham que essa forma de aramaico vem do Egito e de Elefantine em particular. De todos, o povos conhecido é a “SEMEADORIA DE AHIQAR” um livro instrutivo quase parecido em estilo como bíblico “Livro de Provérbios” .O aramaico de Arquimedes é superficialmente uniforme que as vezes é dificil de saber quando um exemplar particular da língua foi escrito. Apenas exames cuidadosos revelam um ocasional empréstimo de palavras de uma língua local.