terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Awzar Raze – Comentários de Bar Hebreus sobre a Bíblia

O texto conhecido como Awzar Raze (ܐܘܨܪ ܐܪܙܐ), ou O Armazém dos Mistérios (também Depósito de Mistérios, latim: Horreum Mysteriorum), escrito por Bar Hebreus em 1277-78 A.D., é composto por comentários sobre toda a Biblia, Antigo e Novo Testamento. Usando como base o texto da Peshitta, o autor compara as passagens bíblicas com outras versões da bíblia aramaica, comentando sobre as diferenças gramaticais entre cada uma. Bar Hebreus também traz  comentários exegéticos e doutrinais, compilados de autores e Pais da Igreja anteriores a ele,  junto com seus próprios comentários.
O texto nunca foi publicado de forma completa. O que temos são publicações de  porções do comentário por diferentes autores, principalmente por pesquisadores como parte de teses de doutorado.
Mas, felizmente, o Centro Para a Preservação de Textos Religiosos Antigos, da Universidade de Brigham (CPART/BYU – Center for the Preservation of Ancient Religious Texts/Brigham Young University) disponibilizou em sua biblioteca digital um manuscrito completo que contêm este trabalho. A biblioteca digital tem duas seções principais: uma é chamada Brown Collection, e que inclui manuscritos microfilmados que pertencem ao monastério de São Marcos, em Jerusalem. O manuscrito que contêm os comentários de Bar Hebreus está numerado como SMC 3-4. A outra, Syriac Books, possui publicações,  incluindo um livro de W. E. Carr com a porção dos comentários de Bar Hebreus sobre os Evangelhos.
Apresento abaixo a tradução do comentário sobre Marcos 1:1-6, retirado do manuscrito SMC 3-4, referido acima. É importante, antes, observarmos o seguinte: a versão da bíblia que Bar Hebreus denomina Grego, é (provavelmente) a tradução que Philoxeno de Mabug fez da bíblia grega para o aramaico no início do século VI, e portanto é bastante posterior à Peshitta. O autor procura apresentar as diferenças gramaticais entre a tradução de Philoxeno e a Peshita, principalmente no que diz respeito à acentuação e pronúncia das palavras no aramaico.  Para uma melhor compreensão e fluidez do texto traduzido, coloquei entre colchetes [ ] palavras que não constam no texto aramaico, mas são inferidas por mim. Entre parênteses ( ) os comentários referentes à gramática.
Este texto fará parte de um projeto que comecei a desenvolver já há algum tempo, e que pretendo publicar em meu outro blog, Textos Aramaicos (blog dedicado exclusivamente aos textos que estou traduzindo para a língua portuguesa). Este projeto se chama Comentários Bíblicos na Tradição Aramaica, e que será uma compilação de comentários em aramaico sobre a bíblia. Num primeiro momento, estou coletando os comentários sobre o Evangelho de Marcos.
Aqui, não posso deixar de agradecer ao diretor do CPART/BYU, que gentilmente permitiu-me utilizar do material oferecido pelo site para este projeto, material este que é de fundamental importância para todos os que desejam estudar sobre a tradição e cultura aramaica em qualquer de seus ramos.
Vou apresentar primeiro o versículo bíblico de acordo com a Peshitta, depois o comentário de Bar Hebreus.

Marcos 1:1

Peshitta:
ܪܫܐ ܕܐܘܢܓܠܝܘܢ ܕܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܒܪܗ ܕܐܠܗܐ
O início do Evangelho de Yeshua* o Messias, o filho de Deus.
Bar Hebreus
ܪܫܐ ܕܐܘܢܓܠܝܘܢ ܕܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܗ ܕܥܡܕܐ ܐܝܬܘܗܝ ܪܫܐ ܕܐܘܢܓܠܝܘܢ ܐܟܡܐ ܕܡܪܩܘܤ ܛܟܤ ܝܕܝܥܐ ܡܢ ܗܝ ܕܡܢ ܩܕܡ ܕܢܥܡܕ ܡܪܢ ܠܐ ܐܟܪܙ ܐܦܠܐ ܤܒܪ܂ ܡܢ ܒܬܪ ܕܥܡܕ ܘܐܬܢܤܝ ܫܪܝ ܠܡܐܡܪ܂ ܬܘܒ ܩܪܒܬ ܠܗ ܡܠܟܘܬܐ ܕܫܡܝܐ܂ ܘܩܕ ܒܤܝܠܝܘܤ ܐܡܪ܂ ܕܗܘ ܡܪܩܘܤ ܠܘܩܕܡ ܐܬܚܫܚ ܒܫܡܐ ܗܢܐ ܕܐܘܢܓܠܝܘܢ ܘܝܕܝܥܐ ܗܕܐ ܡܢ ܗܝ ܕܬܠܬܐ ܐܘܢܓܠܤ[ܬܐ] ܐܚܪܢܐ ܠܐ ܐܬܕܒܪܘܗܝ܂
O início do Evangelho de Yeshua o Messias. Obs.: que o batismo é o início do Evangelho de acordo com o arranjo de Marcos, é sabido disso: que antes de nosso Senhor ser batizado, ele não pregou nem anunciou [algo]. Mas após o batismo, e ser tentado, ele começou a dizer: arrepende-te, o reino dos céus aproxima-se. E São Basílios disse que este Marcos usou primeiro este termo, do Evangelho, e sabemos este [fato] por isto: os outros três evangelistas não fizeram uso dele**.

Marcos 1:2

Peshitta
ܐܝܟ ܕܟܬܝܒ ܒܐܫܥܝܐ ܢܒܝܐ ܕܗܐ ܡܫܕܪ ܐܢܐ ܡܠܐܟܝ ܩܕܡ ܦܪܨܘܦܟ ܕܢܬܩܢ ܐܘܪܚܟ
Como está escrito em Eshaia o profeta: Eis que estou enviando o meu mensageiro ante a tua face, o qual irá preparar o teu caminho.
Bar Hebreus
ܐܝܟ ܕܟܬܝܒ ܒܐܫܥܝܐ ܢܒܝܐ܂ ܐܝܟ ܕܩܕܡ ܟܬܝܒ ܒܢܒܝܐ ܗ ܒܐܫܥܝܐ ܘܒܡܠܐܟܝ܂ ܒܐܫܥܝܐ ܡܢ ܩܠܐ ܕܩܪܐ ܒܡܕܒܪܐ܂ ܒܡܠܐܟܝ ܕܝܢ ܗܐ ܐܢܐ ܡܫܕܪ ܐܢܐ ܡܠܐܟܝ ܩܕܡ ܦܪܨܘܦܟ ܕܢܬܩܢ ܒܦܬܚ ܢܘܢ ܐܘܪܚܟ܂
Como está escrito em Eshaia o Profeta. Assim primeiro foi escrito nos Profetas. Obs.: em Eshaia e em Malaqui. Em Eshaia: a voz que clama no deserto. Então em Malaqui: eu estou enviando o meu mensageiro ante a tua face, o qual irá preparar (nun com petokho) o teu caminho.

Marcos 1:3

Peshitta
ܩܠܐ ܕܩܪܐ ܒܡܕܒܪܐ ܛܝܒܘ ܐܘܪܚܗ ܕܡܪܝܐ ܘܐܫܘܘ ܫܒܝܠܘܗܝ
A voz que clama no deserto: Preparem o caminho do SENHOR, e endireitem suas estradas.
Bar Hebreus
ܩܠܐ ܕܩܪܐ ܒܡܕܒܪܐ ܗ ܩܠܐ ܐܬܩܪܝ ܝܘܚܢܢ܂ ܒܗܝ ܕܥܠ ܡܠܬܐ ܡܫܝܚܐ ܐܠܗܐ ܒܕܩ ܡܢ ܓܝܪ ܩܠܐ ܡܬܒܕܩܐ ܡܠܬܐ ܕܟܤܝܐ ܒܢܦܫܐ܂ ܘܐܫܘ ܒܦܬܚ ܘܐܘ ܫܒܝܠܘܗܝ ܝܘܢܝܐ ܐܪܨܐ ܥܒܕܘ ܫܒܝܠܐ ܕܐܠܗܐ ܕܠܢ܂
A voz que clama no deserto. Obs.: Yukhanan é chamado a Voz, pois ele declarou a Palavra [do] Messias [e] Deus. Pois pela voz torna-se conhecida a palavra que está escondida na alma. E endireitem (wau com petokho) suas estradas. Grego: façam retas as estradas do nosso Deus.

Marcos 1:5 (Bar hebreus não comenta todos os versos bíblicos)

Peshitta
ܘܢܦܩܐ ܗܘܬ ܠܘܬܗ ܟܠܗ ܟܘܪ ܕܝܗܘܕ ܘܟܠܗܘܢ ܒܢܝ ܐܘܪܫܠܡ ܘܡܥܡܕ ܗܘܐ ܠܗܘܢ ܒܝܘܪܕܢܢ ܢܗܪܐ ܟܕ ܡܘܕܝܢ ܒܚܛܗܝܗܘܢ
E saía em direção a ele toda a região de Yehuda e todos os filhos de Urishlim, e ele batizava-os no Yordanan o rio, enquanto  confessavam em seus pecados.
Bar Hebreus
ܘܢܦܩܐ ܗܘܬ ܠܘܬܗ ܟܠܗ ܟܘܪ ܒܥܨܨ ܟܦ ܡܩܫܝܬܐ ܝܘܢܝܐ ܟܘܪܐ ܒܙܟܦ ܟܦ ܡܪܟܟܬܐ ܘܦܬܚ ܪܫ ܘܡܥܡܕ ܗܘܐ ܠܗܘܢ ܒܝܘܪܕܢܢ ܢܗܪܐ ܟܕ ܡܘܕܝܢ ܒܚܛܗܝܗܘܢ ܗ ܡܢ ܗܪܟܐ ܝܕܝܥܐ ܕܐܠܨܝܬܐ ܐܝܬܝܗ ܡܘܕܝܢܘܬܐ ܠܡܗܝܡ
E saía em direção a ele toda a região (caph com esoso qushaia). Grego: a região (caph com zeqofo rukakha, rish com petokho). E ele batizava-os no Yordanan o rio, enquanto  confessavam em seus pecados. Obs.: com isso nós sabemos que é urgente a confissão para o fiel.

Marcos 1:6

Peshitta
ܗܘ ܕܝܢ ܝܘܚܢܢ ܠܒܝܫ ܗܘܐ ܠܒܘܫܐ ܕܤܥܪܐ ܕܓܡܠܐ ܘܐܤܝܪ ܗܘܐ ܥܪܩܬܐ ܕܡܫܟܐ ܒܚܨܘܗܝ ܘܡܐܟܘܠܬܗ ܐܝܬܝܗ ܗܘܬ ܩܡܨܐ ܘܕܒܫܐ ܕܒܪܐ
Mas ele, Yukhanan, estava vestido com uma roupa de pêlo de camelos e um cinto de couro cingido em sua cintura, e sua comida era ‘qamtsa’*** e mel do campo.
Bar Hebreus
ܕܤܥܪܐ ܕܓܡܠܐ ܒܪܒܨ ܠܡܕ ܝܘܢܝܐ ܡܙܩܦ ܠܡܕ܂ ܘܐܤܝܪ ܗܘܐ ܥܪܩܬܐ ܒܪܒܨ ܥܐ ܘܦܬܚ ܪܫ ܕܡܫܟܐ ܒܚܨܘܗܝ ܝܘܢܝܐ ܥܠ ܟܤܤܬܗ ܒܙܩܦ ܤ ܘܩܘܫܝ ܬܘ܂ ܩܡܨܐ ܘܕܒܫܐ ܕܒܪܐ ܒܦܬܚ ܒܝܬ܂
De pêlo de camelos (lâmad com reboso). Grego: lâmad com zeqofo. E um cinto cingido (ee com reboso e rish com petokho). De couro em sua cintura. Grego: sobre seus lombos (com zeqofo em semkat e qushaia no tau). Qamtsa e mel do campo (com petokho no bit).
Notas sobre a tradução:
* Coloquei os nomes de pessoas e lugares como são pronunciados em aramaico, de acordo com a Peshitta Interlinear de Paul Younan. Mas não tenho certeza se isto ficará adequado para o projeto inteiro, e provavelmente, no futuro, vou utilizar os nomes em português.
** Bar Hebreus, citando São Basílio, se refere aqui à palavra ‘Ewangelion’, de origem grega, e que é usada apenas em Marcos 1:1. O restante do Evangelho de  Marcos, e os outros três evangelistas, usam a palavra sbarta, de origem aramaica, e que significa mensagem, novas, novidades, notícia, e também é um sinônimo de Evangelho, etc.
*** ‘qamtsa’ pode ser tanto gafanhoto como pastinaca (cheruvia), que é um tipo de raíz. Não está claro para mim a qual o texto se refere.

Continua aqui.


sábado, 18 de dezembro de 2010

Expressões Diminuitivos em Aramaico dialeto Barwar

Expressões Diminuitivos em Aramaico dialeto Barwar
A adição da forma feminina no final da palavra, as vezes denota diminutivo, do correspondente a forma masculina


Abaixo lista de Diminutivos:
'ilana = árvore / 'ilanta = arvorezinha
'isara = pedra / 'isarta = pedrinha ou cascalho
bola = cabeça do milho / 'ilanta = cabecinha de milho
dalopa = gota / 'ilanta = gotinha
dapa = prancha / 'ilanta = pranchinha
debbora = vespão / 'ilanta = vespinha
deqna = barba / 'ilanta = barbinha
doshaka = colchão / 'ilanta = colchãozinho
garuwa = pilha de gravetos / 'ilanta = pilhinha de gravetos
geddisha = pilha de madeira / 'ilanta = pilhinha de madeira
gezra = pilha de pedras / 'ilanta = pilhinha de pedras
juwala = saco, sacola / juwala = saquinho, sacolinha
kaka = dente / kakta = dentinho
kanosha = vassoura / kanoshta = vassourinha
kisa = bolsa grande / kista = bolsa pequena
lawora = vale / laworta = pequeno vale
lina = pote / linta = pequeno pote
maserqa = pente grande / masreqtha = pente pequeno
nuwa = erva comestível / nuta = erva comestível pequena
parsha = pedra lisa grande / pareshta = pedra lisa pequena
qertala = anquinha / qertalta = pequena anquinha
qoqa = pote d'agua / qoqta = pequena pote d'agua
qraqipa = tartaruga / qraqepta = tartaruguinha
roma = colina / romta = pequena colina
satana = diabo / satanta = demonio
talma = jarra d'agua / talemtha = pequena jarra d'agua
tanura = forno / tanurta = pequeno forno
tapaya = inclinação (de montanha) /tapetha = pequena inclinação (de montanha)
taqa = ramo / taqta = brotinho, galinho, raminho
tara = porta / taretha = pequena porta
yama = mar / yamtha = lago

Em alguns casos onde a forma masculina e feminina de um substantivo existir, referente a forma feminina é uma forma figurativa ou virtual da entidade denotada pelo substantivo masculino. A forma feminina não é necessariamente fisicamente menor do que o formulário correspondente masculina, mas ainda assim é uma forma, derivativa secundária. isto aplica-se os seguintes pares de formas.

nara = machado = naretha (Peça em forma de machado no final do eixo de rotação que se encaixa na mó de cima)

maserqa = pente = masreqtha (Pente para filtrar a água que passa através de um tubo que conduz a uma azenha)

rusha = ombro = rushta (Pá com uma cabeça semelhante a uma lâmina de ombro)

'ena = olho = 'enta (Buraco no fundo de um forno para a ingestão de ar)

'ara = terra = 'areta (Camada de algas estagnada na superfície da água)

salla = cesta = saltha (Cesto grande utilizada para a captura de peixes em um rio)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Semitic Origins of the NT.

Semitic Origins of the NT Part 1 of 6

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Lishanid Noshan לשנידנשן

Lishanid Noshan é uma moderna Lingua Judaica-Aramaica, chamado frequentemente Neo-Aramaico ou Judeo-Aramaico. Foi falado originalmente no Iraque do sul e oriental Kurdistan, na região de Arbil. A maioria de falantes desta língua vivem agora dentro Israel. Lishanid Noshan meios “a língua de nossos antepassados”; chamada pelos falantes frequentemente também ele Lishana Didan, que significa “nossa língua”. Entretanto, enquanto os nomes similares são usados por a maioria dos dialetos de Neo-Aramaico Judaico, as fontes universitárias tendem a chamá-lo Neo-Aramaico Judaico de Arbil. Outros nomes populares para a língua são Hula'ula, “Judaico”, Galigalu, “meu-seu” (anotando a diferença na gramática de outros dialetos), e Kurdit, “Kurdo”.

Origens
Os vários dialetos Neo-Aramaico foram falados através de uma área larga de Lago Urmia a Camionete do lago (em Turquia), para baixo à planície de Mosul (em Iraq) e traseiro transversalmente a Sanandaj (em Irã outra vez). Lishanid Noshan é completamente central a esta área (embora denominado normalmente um dialeto do sudoeste). É um tanto intelligible com as línguas Neo-Aramaico Jewish de Hulaula (falado ao leste, dentro Kurdistan Iranian) e Lishan Didan (falado ao nordeste, dentro Azerbaijan Iranian). Entretanto, é completamente unintelligible de Lishana Deni, o dialeto que veio originalmente do Iraqi do noroeste Kurdistan. É também inteligível dos dialetos Cristão de Neo-Aramaico Caldeo e Neo-Aramaico Assírio falado na região. É somente desde 1980s esse os estudos mostraram o distintivamente de que separa Lishanid Noshan Hulaula; antes que esta vez estiverem considerados simplesmente ser conjuntos do dialeto da mesma língua essencial.

Uso moderno
Há dois conjuntos principais do dialeto de Lishanid Noshan. O conjunto ocidental dos dialetos foi centrado ao redor Arbil. A maioria dos Judeus de Arbil próprios falavam Árabe como sua primeira língua, e seu Aramaico foi influenciado pesadamente perto Árabe Iraqi. Dastit, a língua da planície, é o dialeto Aramaico das vilas da planície de Arbil. Lishanid Noshan foi falado também aproximadamente um norte de 50 quilômetros de Arbil, na vila de Dobe, com um dialeto relacionado, mas distinto de Arbili.
O conjunto oriental dos dialetos foi focalizado na cidade de Koy Sanjaq nas montanhas de Iraq do nordeste (mas não relacionado à língua Christian de Koy Sanjaq Surat), com um norte mais adicional do subgrupos ligeiramente diferente, em torno da vila de Ruwandiz. Os dialetos dos dois conjuntos são inteligível a um outro, e a maioria das diferenças são devido a receber palavras emprestadas das línguas diferentes: Árabe e Kurdish.
O sistema verbal de Lishanid Noshan é completamente distintivo. É claramente diferente de outras línguas Neo-Aramaico, e as variações dele marcam os limites de conjuntos do dialeto dentro da língua. O dialeto de Arbil expressa aspecto progressivo prefixando a partícula la- ao formulário do verbo (por exemplo, laqatil, “é matança”, e laqtille, “era matança”, de encontro qatil, “mata”, e qtille, “matou”). O dialeto de Dobe faz uma coisa similar, mas usos o prefixo na-. Os dialetos orientais do conjunto usam formulários não-finitos do verbo com verbo copulativo para expressar o aspecto progressivo.
Os upheavals em sua região tradicional após Primeira guerra de mundo e fundar do estado de Israel conduzido a maioria dos Judeus do Kurdistan a estabelecer-se na nova terra judaica. Entretanto, desarraigado de seus repousos, e jogado junto com assim muitos grupos diferentes da língua na nação, Lishanid Noshan começou a ser substituído perto no discurso de umas gerações mais novas Hebreu moderno. Menos de 3.000 povos são conhecidos para falar Lishanid Noshan, e a maioria deles são velhos acima dos 40 anos. A língua enfrenta a extinção em poucas décadas seguintes.
Lishanid Noshan é escrito no Alfabeto Hebreu. A soletração tende a ser altamente fonética, e elided letras não é escrita.

Referências
  • Heinrichs, Wolfhart (ed.) (1990). Estudos em Neo-Aramaico. Imprensa dos Scholars: Atlanta, Geórgia. ISBN 1-55540-430-8.
  • Khan, Geoffrey (1999). Uma gramática de Neo-Aramaico: o dialeto dos Judeus de Arbel. Leiden: Brill de EJ.